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terça-feira, 19 de julho de 2011

E de volta aos trabalhos do curso...


Este foi sem dúvida um inicio de um longo trabalho mental, mas também muito construtivo, quer em termos psicológicos como também na aquisição de novos horizontes. Sem dúvida, o inicio do ano lectivo foi muito frustrante para mim, porque quando me inscrevi no curso foi com o intuito de aprender a pintar melhor e aprender sobretudo a lidar com os materiais de uma forma mais técnica, uma vez que sou autodidata e o que vou fazendo é por aprendizagem própria e por amor ao David, só que não foi isso que aconteceu. Para já, havia demasiadas inscrições na aula de pintura e eu acabei por ficar na cerâmica, troca que acabou por ser bastante enriquecedora, talvez mais do que se tivesse ficado na pintura, que era uma coisa que eu já vinha fazendo e assim aprendi coisas novas. Por outro lado, a disciplina principal foi muito trabalhosa e eu que apenas via pincéis e tintas à frente fui obrigada a adaptar-me a novas exigências. Tenho que confessar que no inicio me apeteceu desaparecer e desistir de tudo,principalmente das aulas de madeira e metais, com aquelas máquinas todas, e a minha tendinite e o síndrome do tunél do cárpico que tenho em ambos os pulsos e que não ajudava em nada, mas eu não sou assim, e por isso fui em frente. Na disciplina principal foram-nos apresentadas 3 prospotas de trabalho cada uma com um tema. Um trabalho em 2D chamado 100 semelhantes, um em 3D chamado 100 objectos e um último em 4D desenvolvido através de uma conversa alheia e que contivesse uma noção de tempo e de acção. E a primeira coisa que surgiu para o trabalho em 2D foi este trabalho "Sem Ideias"

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